Grupo Escoteiro Santa Mônica
Quem não Foi, Perdeu! :)

Giwell Park

Postado em Aug 31, 2007 por julia_wuestefeld - Editar - História

Baden Powell havia se conscientizado da necessidade de nomear um coordenador Gerla para o movimento escoteiro em âmbito mundial, para ter uma nítida visão de como o escotismo estava evoluindo nos outros países, pois na Inglaterra o acompanhamento era muito fácil.

B.P. designou Hubert Martin, um diplomata da carreira, para o primeiro cargo de Comissário Internacional da história do escotismo em 1918. Quatro anos após sua nomeação provisória, foi designado para o cargo de diretor do “ bureau ” internacional que foi criado em 1922, e permaneceu naquele cargo até a morte em 1938.

            A segunda decisão vital de B.P. foi a criação, em 1918, de um centro de treinamento de chefes escoteiros, todos voluntários, em Gilwell, perto de Londres, e em excelente área de terras, graças a generosidade de um Comissário de Destrito, na Escócia, W.F. de Bois Maclaren.

          O “ Gilwell Park ”, que se tornou parte da história do escotismo, foi inaugurado em julho de 1919.

            O primeiro curso de treinamento foi realizado em setembro daquele m, esmo ano e foi ministrado pelo próprio B-P. Ele nomeou Francis Gidney como Diretor do | Centro e, em 1943, quando se tornou Diretor do “ bureau ” Internacional, durante dez anos.

              Desde que foi aberto, em 1919, o “ Gilwell Park ” tornou-se um grande centro de atração de láderes adultos. Primeiro, daqueles da seção escoteira, e depois, a partir de 1922, dos líderes das divisões de lobinhos e, finalmente, em 1927 de líderes seniores.

          A meta do centro era treinar lideres adulto, durante duas semanas, habilitando-os para servirem melhor aos rapazes, onde desempenhavam, alternamente. Os papéis de instrutores e de aluno.

          Foi uma experiência notável para os participantes. Nos grupos de trabalho e nas patrulhas, aristocratas confraternizavam com artesões, garagistas com dentistas e jardineiros com seus patrões. Eram um mescla social extraordinária e não obstante, funcionava como um mágica, devido a uma química indefinível que corria como se fosse um fio, através da filosofia do Escotismo.

              Havia regulamentações estritas para o treinamento, a fim de assegurar um determinado nível de competência, tais padrões foram durante muito tempo respeitados na Grã-Bretanha e no estrangeiro. Entretanto a chancela suprema da aprovação deveria ter passado pelo Centro de Gilwell ou pelo menos, ter sido treinado por alguém que tivesse conquistado a insígnia da madeira na Meca do escotismo. A partir de 1922, Gilwell tornou-se também o centro oficial de treinamento internacional. Em grande parte, graças a esse Campo-escolar e seu currículo, o método escoteiro, tornou-se melhor compreendido e praticado não só no Reino Unido, mas em todos os países do mundo, que mandaram representantes para serem treinados em Gilwell, para levar seus países à organização e ao sistema do movimento.

          Finalizando, o Gilwell Park e o próprio Baden-Powell, foram as fontes que manteve a chama do movimento Escoteiro acesa, assim sabendo que sempre haveria quem continuasse com o que ele começou.

Comentários


amei o documentario, é muito importante que todos saibam a influencia que giwell teve na história do escotismo!!
saps

- - carlos junior
Postado em May 6, 2008 por 189.12.219.48


Seria conveniente que todos os chefes de grupos, podessem contar esta história ao pé da fogueira.
Desta forma poderiamos incentivar os escoteiros mais velhos a realizarem os cursos mais avançados,
administrados pelas regionais.
Acredito que a INSIGNA DA MADEIRA E O ANEL DE GILWELL, poderia ser mais desejado, valorizado e con -
quistado com grande louvor.
De qualquer forma, fiquei contente em poder lêr mais uma vez, aquilo que já tinha ouvido de meu
chefe a 45 anos atraz numa noite de inverno ao pé da fogueira do conselho.
Saudações escoteiras a todos. SEMPRE ALERTA

- - Armando Gatto Jr.
Postado em Sep 22, 2009 por 201.37.35.208


Seria conveniente que todos os chefes de grupos, podessem contar esta história ao pé da fogueira.
Desta forma poderiamos incentivar os escoteiros mais velhos a realizarem os cursos mais avançados,
administrados pelas regionais.
Acredito que a INSIGNA DA MADEIRA E O ANEL DE GILWELL, poderia ser mais desejado, valorizado e con -
quistado com grande louvor.
De qualquer forma, fiquei contente em poder lêr mais uma vez, aquilo que já tinha ouvido de meu
chefe a 45 anos atraz numa noite de inverno ao pé da fogueira do conselho.
Saudações escoteiras a todos. SEMPRE ALERTA

- - Armando Gatto Jr.
Postado em Sep 22, 2009 por 201.37.35.208