
Nas montanhas e vales, as cristas estendem – se geralmente em determinado sentido. Recordando-se da direção da marcha no ponto de partida, fácil será a escolha de um sinal de referência indicativa do rumo a seguir.
BP aponta algumas regras que não devem ser esquecidas:
Não iniciar a marcha sem verificar a posição dos astros, a direção do vento, o rumo indicado pela bússola, a hora marcada no relógio;
Escolher pontos de referencia sucessivos, nítidos e distantes, guiando-se por eles e, uma vez ultrapassados, observa-los para a retaguarda, como marcos para a volta ou balizamento do rumo;
Assinalar os terrenos difíceis com sinais de pista;
Se perder no caminho, não perder a cabeça, mas, ao contrário, retornar até um ponto antes conhecido, de onde possa orientar-se novamente;
Manter-se calmo e aguçar todos os sentidos, até que o instinto de orientação, comum a todos os animais, seja despertado e resolva a situação;
Fazer de um ponto elevado o giro do horizonte, para encontrar elevações já vistas, relacionando-as com os pontos da rosa-dos-ventos;
Deixar nos pontos de onde se deslocar nítidos sinais de pista;
Se não excursiona só, emitir de momento a momento silvos de apito ou chamados com palavras ou gritos de patrulha, acender em pontos isolados e convenientes fogueiras de sinalização;
Finalmente não se afobar, procurar convencer-se de que achará o caminho ou que os companheiros aparecerão.
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